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Terça-feira, 21 de Maio de 2024
Expointer produz legado e eleva nível do agronegócio

Agro

Expointer produz legado e eleva nível do agronegócio

No ano passado, o evento gerou R$7,1 bilhões em negócios;

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A Expointer chega à sua 46ª edição com uma trajetória sólida e duradoura. O evento se tornou a maior feira agropecuária a céu aberto da América Latina e chegou a atrair, no ano passado, mais de 770 mil pessoas, gerando R$ 7,1 bilhões em negócios. Para o governo do Estado e entidades copromotoras, a Expointer é, ao mesmo tempo, uma vitrine e um agente capaz de gerar a transformação do campo.

A feira abre espaço para o pequeno e o grande produtor, propicia parcerias e negócios e fomenta o uso de novas tecnologias que aumentam a produtividade e a qualidade da produção, além de sediar importantes palestras e discussões sobre o futuro do agro. Esses recursos aumentam a eficiência dos processos produtivos, acarretando mudanças positivas que produzem efeitos econômicos e sociais.

A subsecretária do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, Elizabeth Cirne-Lima, ressaltou que a feira contribui para ampliar a compreensão da sociedade acerca da importância do setor. “Ao promover esse movimento e essa efervescência, a Expointer ajuda o Estado a conquistar novos mercados e promove a aproximação entre a cidade e o campo, fazendo com que a cidade compreenda e respeite ainda mais o valor do campo, porque o agro é responsável por cerca de 40% do PIB do nosso Estado e 20% do país. Então, é uma força extremamente importante no cenário brasileiro”, destacou.

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A Expointer como vitrine do agro
A feira reflete os avanços que vêm ocorrendo no agro. “Os produtores estão constantemente evoluindo e se adaptando para enfrentar os novos desafios. A Expointer é a vitrine de todo esse movimento”, acrescentou Elizabeth.

“A feira deixa um legado de reconhecimento da importância da agricultura e da pecuária do Rio Grande do Sul. A Expointer tem esse papel fundamental de ser um instrumento de valorização dos agricultores”, reforçou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag), Carlos Joel da Silva.

Além dessa valorização, a Expointer aponta novas possibilidades aos pequenos produtores. “A feira traz muitas novidades e alternativas para que o produtor possa aumentar sua produtividade usando as tecnologias que são apresentadas durante a feira”, afirmou Silva. “Ela é as duas coisas: uma vitrine e, ao mesmo tempo, uma ferramenta de desenvolvimento do setor.”

Na avaliação do presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS (Simers), Claudio Bier, a transformação do campo passa pela Expointer. “A produtividade do milho, por exemplo, aumentou graças ao melhoramento genético, investimentos em fertilidade e perfil de solo, assim como irrigação e máquinas agrícolas”.

No setor de máquinas e implementos agrícolas, a feira representa um grande shopping a céu aberto, voltado para as necessidades do agricultor, oferecendo novas máquinas e equipamentos que permitam tornar a atividade agrícola mais rentável e sustentável.

A Expointer é uma oportunidade de atualização de conhecimentos. “O agricultor vem para olhar as novas tecnologias e tendências e para levar as novidades, em termos de produtos, genética, máquinas e implementos. Isso tem mudado a vida dos nossos agricultores”, disse o presidente da Fetag.

Outra contribuição da feira é o debate de diversos temas relevantes para o agronegócio. “A feira também é um fórum em que se debatem os assuntos do momento, que depois acabam se transformando em políticas para o setor”, ressaltou Silva.

Para o cooperativismo, a feira é bastante representativa. “A Expointer representa para as cooperativas gaúchas uma grande oportunidade de mostrar toda a sua capacidade de inovação e de investimento. É uma oportunidade de mostrar o nosso potencial, como uma sociedade que realmente busca objetivos econômicos e está crescendo em grande velocidade”, disse o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann.

O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, comentou a importância da feira para o incremento do agro. “A Expointer é uma das maiores mostras do mundo e evidencia a potência do agronegócio gaúcho e brasileiro. A feira sempre traz novidades tecnológicas, e o setor agrícola é altamente inovador. Está na sua essência de crescimento a tecnologia”, disse.

A Expointer é realizada pelo governo do Estado, com o apoio de Farsul, Fetag, Simers e Ocergs, além da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raças (Febrac) e da prefeitura de Esteio. O evento ocorre de 26 de agosto a 3 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Freio de Ouro tem campeões inéditos na estreia da arena coberta
Arquibancadas abarrotadas e público amontoado também em pé na Nova Arena Coberta do Cavalo Crioulo, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Devidamente trajados para a ocasião, crianças e adultos pilchados estavam atentos para a finalíssima do Freio de Ouro durante a 46ª Expointer. E na edição 2023 da feira puderam ver campeões inéditos entre os cavalos: o ginete Daniel Teixeira montou Belle Porcelana, a fêmea mais jovem entre as finalistas, e o cavaleiro Zeca Macedo se sagrou vencedor com o macho Guanabara Saladero, estreante na competição.

O governador Eduardo Leite compareceu às provas finais do Freio de Ouro e participou da entrega dos troféus para os criadores e expositores campeões nas categorias macho e fêmea. Ele destacou a importância da competição como um símbolo da tradição e uma vitrine da qualidade do cavalo crioulo.

“É uma alegria estar aqui neste domingo bonito de sol e frio, acompanhando o Freio de Ouro. Esse amor ao cavalo é também um símbolo do amor do gaúcho às coisas da nossa terra. E agora, com a pista qualificada, com cobertura, certamente o Freio de Ouro será cada vez mais um espaço de encontro para os gaúchos, para celebrar a nossa cultura e tradição”, disse.

O ginete Teixeira declarou, bastante emocionado: “É muita coisa que a gente passa para chegar aqui e as coisas darem certo. Então, a gente olha para trás e fica um pouco surpreso por ter a oportunidade de viver esses momentos”.

“Minha sensação é muito difícil de descrever porque eu vivo isso daqui, meu pai me colocou aqui dentro. Eu fiz a campeira durante oito, dez anos, e meu sonho foi fazer isso aqui. As minhas brincadeiras eram os ginetes do Freio de Ouro, os meus ídolos, era o que eu queria ser”, expôs o pentacampeão Macedo.

Os campeões levam para casa o cobiçado troféu Freio de Ouro. Na categoria dos machos, o Freio de Prata ficou com Daniel Teixeira e o cavalo AS Malke Fogo de Chão. O Freio de Bronze terminou com Fabrício Brunelli Barbosa e o cavalo Mis Amores da Taimã. O Freio de Alpaca, por sua vez, foi para Nathan Valadão e Leopardo da Gap São Pedro-TE.

No pódio das fêmeas, o Freio de Prata terminou com o cavaleiro Gabriel Viola Marty e a fêmea uruguaia Jugada de Santa Marcia. O ginete Ricardo Gigena Wrege estreou no pódio montando a Realidade Charrua. E o Freio de Alpaca ficou com a Têmpera do Recanto Crioulo-TE e o ginete Cláudio dos Santos Fagundes, que fizeram uma fase final de bastante regularidade.

No pódio das fêmeas, o Freio de Prata terminou com o cavaleiro Gabriel Viola Marty e a fêmea uruguaia Jugada de Santa Marcia. O ginete Ricardo Gigena Wrege estreou no pódio montando a Realidade Charrua. E o Freio de Alpaca ficou com a Têmpera do Recanto Crioulo-TE e o ginete Cláudio dos Santos Fagundes, que fizeram uma fase final de bastante regularidade.

FONTE/CRÉDITOS: Ascom Expointer
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): Gustavo Mansur/Secom RS
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